sábado, 7 de abril de 2012

Pra descontrair....só isso.
kkkkkkkkkkk.    Gente querida, cá entre nós, bom termos assuntos picantes também não é? Então, estava pesquisando assuntos diferentes e eis que me deparo com essa matéria de um fotógrafo francês e dividir com vocês, acho fenomenal, afinal, somos mulheres. Somos e ponto. Simples assim.
Bom e Feliz Sábado.

Ao ver a fotografia do francês Philippe Shangti, a impressão que fica é que você está folheando uma revista tipo Cosmopolitan e que  as campanhas  publicitárias e ensaios passaram por um breve surto. Com um estilo bem fashion magazine e uma linguagem que parece propaganda da Diesel, na sua fotografia não falta sexo, drogas, fetiche, crítica consumista, universo feminino e pitadas de um mundo moderno com nuances egocêntricas e violentas.










sexta-feira, 6 de abril de 2012


Ai meu Deus, estamos num dia lindo de sol que é sexta feira e feriado  conhecido como sexta feira santa. Um tantão de gente foi pra praia, outro tantão pro interior. Muitos se esconderam em chácaras, sítios, retiros , mas também tem os que não conseguiram sair por um motivo ou outro. Pois bem, vamos então, quem sabe, preparar um pavê pra nos deliciarmos com a família...bem geladinho.
Hummmmmmmmmmmm...mãos  à obra?
feliz e abençoado feriado.

PAVÊ DE PÊSSEGO E COCO


Ingredientes
 

  • 1/2 Xícara(s) amido de milho Maizena®
  • 2 e 1/2 Xícara(s) leite
  • 1 Unidade(s) vidro pequeno de leite de coco (200 ml)
  • 1 Lata(s) leite condensado
  • 2 Unidade(s) gemas
  • 1 Colher(es) de sopa margarina
  • 1 e 1/2 Embalagem biscoito tipo champanhe
  • 1 Lata(s) pêssego em calda escorrido e picado
  • 50 Grama(s) coco ralado


Modo de preparo
 

  1. Em uma panela média, dissolva o amido de milho Maizena® no leite. Junte o leite de coco, o leite condensado e as gemas e cozinhe em fogo médio, mexendo sempre, até engrossar.
  2. Retire do fogo e misture a margarina. Reserve.
  3. Em um refratário médio (29 x 22 cm), faça camadas com metade do biscoito, metade do creme reservado, metade do pêssego e metade do coco. Repita a operação com o restante dos ingredientes.
  4. Leve à geladeira por 3 horas ou até ficar firme. Sirva gelado.
  5. Variação: Se desejar, umedeça os biscoitos com a calda dos pêssegos.
Atenção: o prazo para filiações termina no dia 16 de abril
O Tribunal Superior Eleitoral está fazendo um alerta importante às direções estaduais e municipais do partido. Trata-se da necessidade de remeter – via Internet – a lista de filiados à Justiça Eleitoral entre os dias 9 e 16 de abril, conforme estabelece a Corregedoria Geral Eleitoral do TSE.
O controle das filiações partidárias é realizado através do programa filiaweb, da própria Justiça Eleitoral, e as senhas de acesso estão liberadas nos Cartórios Eleitorais locais. 
Para submeter a relação de filiados via internet, acesse: http://filiaweb.tse.jus.br/filiaweb/login/login.seam
Também é importante que a Direção Municipal tenha seu CNPJ emitido e regularizado junto à Receita Federal.
O CNPJ da Direção Municipal é essencial em qualquer procedimento partidário, principalmente no que se refere à regularização de candidaturas às eleições municipais.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Sapatos coloridos para as noivas  fazem o diferencial. Podem apostar.
Simplesmente achei bem interessante essa matéria e logo decidi compartilhar.Pra se pensar em diferencial e fazer acontecer deixando a alegria solta no ar.Tenham todos um Bom dia.       http://www.blogdamulher.com/
Os sapatos de noiva coloridos não são apenas uma tendência de moda e sim uma fuga de paradigmas. Combinam perfeitamente com noivas de estilo sexy, criativas, de personalidade forte e que gostam de chamar atenção. Se você enquadra se em uma dessas características pode deixar de lado o padrão clássico todo branco e optar por sapato colorido em seu casamento.
Sapato de noiva colorido: casamento e moda
As cores que estão sendo mais usadas nos calçados de noivas coloridos são vermelho, laranja, amarelo, azul, beringela e principalmente o rosa forte. Para quem quiser ser uma noiva colorida mas não pretende usar uma cor tão escura pode optar por tons de rosa bebê, azul bebê, nude, champagen, dourado e prateado. Muitas marcas de sapatos de festa estão investindo neste ramo. Uma grande vantagem é que você terá um casamento diferente e pode usar seu sapato em outras ocasiões como uma boa lembrança do seu dia de rainha! Uma dica de moda é que a cor do sapato deve combinar com o buquê e com o tom da sua maquiagem. Procure evitar vestidos com muitos detalhes.
Para quem se interessar, na internet há ótimas lojas virtuais que vendem coleções de calçados de noivas coloridos com bom atendimento ao cliente.
Casamento e noivas: sapatos doloridos se destacam
Casamento e sapatos vermelhos: paixão!
Sapatos de noiva rosa: contraste

Como Não engordar na Páscoa
Páscoa chegando, muita calma nessa hora. Você pode aproveitar a data em paz com a balança. Basta ter algumas dicas em mente e segui-las à risca (ou quase) para aproveitar os ovos de chocolate e o almoço de domingo sem peso na consciência. As dicas são da fisioterapeuta dermato-funcional Marcelle Cunha, da Clínica Arthys (RJ), e da nutricionista do Spa Levitate.
1- Na hora de comprar os ovos de Páscoa, opte sempre pelos tamanhos menores. Não se deixe seduzir pelas embalagens enormes e coloridas.
2- Nunca coma um ovo ou uma caixa de bombons em um único dia. Coma pequenas quantidades. Na geladeira, o chocolate não estraga e você pode levar dias para acabar com o estoque.
3- Cuidado com as versões diet e light, que muitas vezes engordam tanto quanto os chocolates tradicionais. Compare a quantidade de gordura total e saturada presente neles – nunca compre as versões com mais de 3g de gordura em 100g ou 1,5g de gordura em 100ml de gorduras totais e nem mais do que 1,5g de gordura saturada em 100g ou 0,75g em 100ml.
4- Ganhou mais ovos do que gostaria ou deveria comer? Pratique a solidariedade, divida! Por que não aproveitar para agradar os amigos, o vizinho, o porteiro e por aí vai? Se não quiser dividir, faça o seguinte: fracione o consumo e tente consumir entre 30 a 40 gramas por dia (equivalente a 3 ou 4 quadradinhos da barra comum), no máximo.
5- Não monte um estoque de chocolate para você ou para as visitas na bomboniére. O fácil acesso é sempre uma tentação.
6- Evite os chocolates do tipo branco (são feitos de manteiga de cacau, com maior quantidade de gordura), ao leite, trufados, com mousse e marshmallow, pois estes ingredientes irão aumentar o teor de gorduras e calorias.
7- Prefira as versões amargas, meio amargas ou o que tenha a maior quantidade de cacau, pois eles terão mais antioxidantes flavonóides, epicatequinas e ácido galático que reduzem o risco das doenças cardiovasculares.
8- Saboreie o seu chocolate, não mastigue rápido e engula. Deixe-o derreter na boca, comendo devagar. Quanto mais devagar o fizer, maior será a ativação dos receptores que estimulam a saciedade e menor será a necessidade de comer grandes quantidades.
9- Evite consumir chocolate logo após o almoço, jantar ou antes de dormir. Eles são potencialmente mais “engordativos” nesses horários. Use como substituto do lanche.
10- Sempre que possível escolha os “falsos chocolates”. A alfarroba, por exemplo, é uma vagem comestível, semelhante ao feijão, de cor marrom escuro e sabor adocicado, que tem cor e sabor de chocolate. Os “chocolates” feitos dela são isentos de lactose, glúten e açúcar e ricos em minerais e vitaminas, como cálcio, potássio, zinco, fósforo, vitamina B6, E e B12.
Dica extra: no almoço de Páscoa, comece a refeição com a famosa salada para ajudar a controlar a fome. Depois, prepare seu prato com uma pequena quantidade de cada alimento que gosta, mas evite repetir! E lembre-se de comer com bastante calma,k mastigando bem os alimentos.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Lei Maria da Penha e compreensões do judiciário sobre violência doméstica contra as mulheres.

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Vanda Regina Albuquerque


Quando dados apontam que 4 em cada 10 mulheres já sofreram violência doméstica, patologizar o agressor é uma saída preventiva?

Há quase um mês estou em Brasília e tenho participado de espaços onde se debate a questão da violência contra a mulher e a Lei Maria da Penha. Daqui, além da indignação com os altos índices de violência contra a mulher – o Correio Brasiliense divulgou no dia 29 de março que são registrados 33 casos de agressão por dia em Brasília e, na publicação do dia anterior, informou que a cada dia, duas mulheres são estupradas diariamente -, levarei para minha cidade Natal a preocupação de que uma onda de patologização de agressores em caso de violência doméstica tem adentrado no judiciário da Capital Brasileira, com falas semelhantes também de parlamentares.

Assisti incomodada a uma palestra onde uma promotora exibiu o empenho de seu trabalho em buscar brechas na legislação para "Suspensão Condicional do Processo" em casos da Lei Maria da Penha, mesmo o Supremo tendo julgado a impossibilidade de retirada da queixa pela vítima como crucial para os casos de violência doméstica contra mulher. Para a jovem promotora, o agressor está envolto por problemas de ordem emocionais/psíquicas, violência doméstica é diferente de outros crimes mais graves como latrocínio e sequestro... E por isso, na promotoria que a promotora atua, foi implementado um trabalho de acompanhamento psicológico ao agressor, que por informação dela a baixa evasão se dá porque esse acompanhamento é feito por intimação.... Ela retoma a fala de um ator que fez papel de agressor em novela " A agressão é pedido de socorro". A mesma também proferiu toda uma ponderação em decretar prisão preventiva e os argumentos variaram em: As mulheres não querem que seus companheiros sejam presos, elas precisam desses homens para alimentar os filhos...

A essa altura, o tamanho da minha angustia já ultrapassa o percurso da São Silvestre, sendo diminuída quando o palestrante seguinte o juiz Dr. Bem-Hur Viza, do Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher do Núcleo Bandeirante – TJDF, iniciou sua fala contando uma cena de sua filhinha de 3 anos, que passando das 22h da noite, ela o aguardava ansiosa para dar-lhe uma braço e pedir para coloca-la para dormir. Dessa forma, reconhecendo a dificuldade de um juiz julgar o afastamento de um pai do lar, sabendo dos possíveis traumas do rompimento de um lanço parenteral tão importante para formação de um ser.

Mas de acordo com o magistrado, seu julgamento é racional e se baseia na confiança em que deposita no trabalho dos policiais civis e militares, onde sabem proceder com o registro das queixas das mulheres. Para ele, ameaça é tão grave quanto o homicídio, porque nada garante que o autor, linguagem jurídica para falar do acusado, não vá cometer as vias de fato. E o homicídio já não há mais o que ser evitado. Por isso sua radicalidade em conceder medidas protetivas e também e pedir prisão preventiva para todos os casos de descumprimento da medida, porque o mesmo entende que é desordem! E relata: os agressores invadem as casas das vítimas, destelham para poder entrar e voltar a agredir e muitas vezes, mata-las. E lança a pergunta: Se eu, que sou pago pelo Estado, para preservar a vida dessas mulheres deixo de conceder uma medida protetiva ou prisão preventiva e essa mulher chegar a morte, o Estado não é responsável?

Dr. Bem-Hur vai relatando da dificuldade que encontra com servidores, promotores, defensores e colegas juízes que comungam da visão comum como a mulher que continua/volta para o agressor porque gosta de apanhar, também lembra da dificuldade que as mulheres encontram quando seus casos vão para vara da família, dado a alta demanda dessa vara e a consequente demora para audiência. Para ele, as decisões nos casos da Lei Maria da Penha tem de ser criminal e rápida, com determinações judiciais para guarda das crianças, pensão alimentos. Pelo simples fato de que a mulher em situação de violência não está em condições de negociar, por se tratar de uma relação desigual, se não, ela não estaria apanhando...

E ele continua a relatar outra dificuldade séria encontrada: falta defensores em número suficiente, onde acaba recebendo em audiência o ofensor acompanhado por um defensor público e a ofendida sem representação de advogados, dado que é inconstitucional um acusado não ter defesa, e como não há um número suficiente de defensores a prioridade é para o acusado. Mas que buscando solucionar esse problema, o juizado onde atua buscou parceria com a OAB e Cursos de Direitos para tentar suprir a falta de defesa para as vítimas.

Nesse momento, sinto alegria de perceber que há vozes sensatas no judiciário tentando contornar as barreiras sociais, por compreender que a questão da violência contra a mulher é tão grave quanto qualquer outro crime, mas é específica porque ela se ancora em bases culturais difíceis de ser ultrapassadas e solucionadas pela simples vontade das vítimas. E por isso, tem de ser tratada pelo judiciário com singularidades e deve envolver um trabalho multidisciplinar – judicial, policial, de saúde pública, de assistência social e de mudança cultural.

O receio de um juiz de determinar o afastamento físico de um pai agressor do convívio de seus filhos, deve ser suspenso e apoiado pela sociedade, quando ouvimos costumeiramente os relatos de que agressores não poupam a presença de seus filhos pequenos e chegam a bater nas mães, mesmo com bebês no colo, o que se distancia em larga medida de um pai amoroso, que ainda cansado de um puxado dia de trabalho, disponibiliza-se a conversar, abraçar e colocar sua filha de 3 anos para dormir.

Considerações

Não se trata de polarizar os dois perfis acima relatados, mas eles servem para a gente perceber como diferentes compreensões de agentes jurídicos e outros agentes públicos corroboram para o sucateamento da implantação da Lei Maria da Penha no Brasil e, consequentemente, para não diminuição da desigualdade de gênero e mudança de comportamento da cultura machista, responsável pela constante violação dos direitos das mulheres. Uma vez que já conhecemos as dificuldades políticas em efetivar as redes de assistência em número e qualidade no Brasil, onde a não assinatura do pacto pelo fim da violência contra a mulher de alguns estados e a não previsão orçamentária estadual para as políticas públicas para as mulheres materializam sua negação de contrapartida ao enfrentamento a violência contra as mulheres; Em todos estados brasileiros faltam Delegacias de Atendimento Especializado a Mulher (DEAM), Centro de Referência da Mulher, Casa Abrigo, dificuldade de diagnóstico da mulher em situação de violência na saúde, entre outros.

Nesse sentido, o debate no campo jurídico apenas acentua o quão dificultoso tem sido as tentativas de transformação cultural no Brasil, e que o caminho ao fim da naturalização da violência contra mulher continua longo e necessitando de apoio, reivindicação e controle social.

Vanda Regina Albuquerque é jornalista, socióloga e ativista do Coletivo Leila Diniz (Natal/RN) e da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB).

terça-feira, 3 de abril de 2012

Sem dinheiro e sem moeda
Hoje quero prosear sobre a neura de não ter dinheiro. Eu mesma não sabia que teria como ficar assim tão mal, só de pensar que não tem nem centavos. Mesmo quando estive nas ruas da cidade de Osasco, na catança, eu me senti assim, porque afinal todos os dias, logo a tardezinha algum dinheiro vinha pranossas mãos ( minhas e do marido). Ai, me deparei que essa semana fiquei sem um centavo. Sabem o que é olhar tudo,bolsa,carteira porta moedas, tudo e não ver nada? Como pode? Eu me mato de tanto trabalhar e de re pente eis que me vejo nessa situação. É até estranho falar pra amigos,conhecidos, parentes, que não tenho um centavo. Alguém acreditaria? Isso me  deixou ainda mais tensa. Fiquei sem saber o que fazer. Começou uma coceira na cabeça, nuca, depois os braços, só sei que terminou nos pés e quase que arranco os dedos dos pés de tanto que coçava. Como isso é possível? Como posso não ter centavos? mesmo que seja  1, 10, 25,50. Como? Nada!  
Bom, eu tinha , na soma,pra essa semana , na realidade, pra dizer exatamente $550,00 pra receber e estava feliz, pois poderia adiantar umas contas em atraso e ainda correr ao supermercado e comprar ao menos itens que faltam na despensa. Tudo certo e eis que chegando o dia ( segunda feira  dia 02) não recebi de ninguém. Um mandou eu dar meus pulos porque não tem dinheiro por lá. Outro sumiu  e o prometido acabou virando desprometido, descomprometimento, desistência,sei lá. Ia comprar uma peça que estou vendendo.Garantiu buscar e sumiu no mapa, do bairro, da cidade  e o outro, não teve pagamento e portanto, não tem como pagar.
E eu, fiquei assim, exatamente assim,com cara de árvore. A vontade era de gritar, chorar, desistir de tudo, pegar uma sacola com uma garrafa de água,documentos e sair sem rumo.  Não deu. Já bastava o estresse todo do marido. 
Tinha que dividir isso com vocês, tinha que contar, porque  eu nunca tinha passado por isso. Nada! Nada na carteira  e em lugar algum. 
Hoje, terça feira, logo pela manhã, uma amiga trouxe um chester, outra amiga me deu doces, chocolates e $20,00 que consegui pagar o cara que guarda uns pertences meus,sendo que devo $100,00 kkkkkk difícil!  O cara que não tem pagamento acabou emprestando  $50,00 e me repassou . Corri pro mercado. Não consigo acreditar que agora há pouco pude sentar à mesa da  cozinha e saborear pão com queijo e tomar coca cola gelada. E amanhã tem linguiça pro almoço e pão pro café da manhã. E o cesto do banheiro onde guardo papel higiênico, agora tem 08 rolos intactos.  Agora é só  rezar pra não acabar o gás.