quarta-feira, 11 de abril de 2012

A mulher na política
Maria Berenice Dias*
A mulher brasileira tornou-se cidadãsomente em 1932, quando adquiriu o direito de votar, e hoje o contingente feminino representa mais da metade do eleitorado. Esse número, no entanto, choca-se com o acanhado desempenho das mulheres nas últimas eleições. Foram eleitas[1] no País 317 prefeitas e 7.000 vereadoras, o que corresponde, respectivamente, a 5,7% e 11,61% dos eleitos. São somente 106 deputadas estaduais, 29 deputadas federais e 5 senadoras, isso considerando que desde 1995 vigora a lei que assegura uma cota mínima de participação de cada um dos sexos nas eleições proporcionais.
Ainda assim, do universo político feminino, a maioria entra para a vida política pelas mãos do pai ou do marido, sendo mínimo o número com trajetória autônoma baseada em carreiras políticas desvinculadas de laços familiares. O maior empecilho ao ingresso das mulheres na política são os próprios maridos ou companheiros, que impedem a candidatura, sob o fundamento de que elas deixariam de atender aos afazeres domésticos e de cumprir com o dever de cuidado dos filhos, segundo uma pesquisa realizada pelo Departamento de Ciências Políticas da UFRGS.
Essa quase inaptidão da mulher para participar da vida pública decorre, sem sombra de dúvida, tanto do pouco interesse dos homens em dividir o poder, como de alguns componentes de ordem cultural.
O ingresso da mulher no mercado de trabalho ocorreu com a Revolução Industrial, que buscou na mão-de-obra feminina a forma de baratear custos. A baixa auto-estima a fez aceitar remuneração inferior, ainda quando no desempenho da mesma função. Se tal fato levou a mulher para fora do lar, começando a contribuir para o sustento da família, os encargos domésticos continuaram sob sua exclusiva responsabilidade.
Os relacionamentos afetivos ainda são vincados por uma marcante hierarquização, ocupando, homens e mulheres, dois mundos bem polarizados. Enquanto o homem desempenha o papel de provedor e arvora-se como chefe de família, sente-se descompromissado com as atividades domésticas. Resta a mulher relegada à função de reprodutora, responsável pela casa, pela criação dos filhos e pelo cuidado com os idosos e doentes. Reservado ao homem o espaço público, fica a mulher confinada ao recinto do lar.
Diante desse retrato, que ainda espelha a realidade de hoje, não é difícil compreender o motivo por que a mulher não busca um espaço na política.
A Constituição Federal é enfática, e até repetitiva, ao proclamar a igualdade entre o homem e a mulher. Segundo o filósofo Norberto Bobbio, a maior transformação que ocorreu neste século foi a revolução feminina.
Assim, no limiar de uma nova era, é chegada a hora de poder-se afirmar, sem falso otimismo, que o século XXI será o século das mulheres.
Mas não basta ser mulher para mudar a condição da mulher na política. É preciso que a política seja vista pela ótica da mulher. Só assim haverá uma inovação, e a participação feminina será uma conquista, não uma concessão.
[1] Os dados correspondem às eleições majoritárias do ano de 2000.
* Desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Vice-Presidente Nacional do Instituto Brasileiro de Direito de Família - IBDFAM

sábado, 7 de abril de 2012

Pra descontrair....só isso.
kkkkkkkkkkk.    Gente querida, cá entre nós, bom termos assuntos picantes também não é? Então, estava pesquisando assuntos diferentes e eis que me deparo com essa matéria de um fotógrafo francês e dividir com vocês, acho fenomenal, afinal, somos mulheres. Somos e ponto. Simples assim.
Bom e Feliz Sábado.

Ao ver a fotografia do francês Philippe Shangti, a impressão que fica é que você está folheando uma revista tipo Cosmopolitan e que  as campanhas  publicitárias e ensaios passaram por um breve surto. Com um estilo bem fashion magazine e uma linguagem que parece propaganda da Diesel, na sua fotografia não falta sexo, drogas, fetiche, crítica consumista, universo feminino e pitadas de um mundo moderno com nuances egocêntricas e violentas.










sexta-feira, 6 de abril de 2012


Ai meu Deus, estamos num dia lindo de sol que é sexta feira e feriado  conhecido como sexta feira santa. Um tantão de gente foi pra praia, outro tantão pro interior. Muitos se esconderam em chácaras, sítios, retiros , mas também tem os que não conseguiram sair por um motivo ou outro. Pois bem, vamos então, quem sabe, preparar um pavê pra nos deliciarmos com a família...bem geladinho.
Hummmmmmmmmmmm...mãos  à obra?
feliz e abençoado feriado.

PAVÊ DE PÊSSEGO E COCO


Ingredientes
 

  • 1/2 Xícara(s) amido de milho Maizena®
  • 2 e 1/2 Xícara(s) leite
  • 1 Unidade(s) vidro pequeno de leite de coco (200 ml)
  • 1 Lata(s) leite condensado
  • 2 Unidade(s) gemas
  • 1 Colher(es) de sopa margarina
  • 1 e 1/2 Embalagem biscoito tipo champanhe
  • 1 Lata(s) pêssego em calda escorrido e picado
  • 50 Grama(s) coco ralado


Modo de preparo
 

  1. Em uma panela média, dissolva o amido de milho Maizena® no leite. Junte o leite de coco, o leite condensado e as gemas e cozinhe em fogo médio, mexendo sempre, até engrossar.
  2. Retire do fogo e misture a margarina. Reserve.
  3. Em um refratário médio (29 x 22 cm), faça camadas com metade do biscoito, metade do creme reservado, metade do pêssego e metade do coco. Repita a operação com o restante dos ingredientes.
  4. Leve à geladeira por 3 horas ou até ficar firme. Sirva gelado.
  5. Variação: Se desejar, umedeça os biscoitos com a calda dos pêssegos.
Atenção: o prazo para filiações termina no dia 16 de abril
O Tribunal Superior Eleitoral está fazendo um alerta importante às direções estaduais e municipais do partido. Trata-se da necessidade de remeter – via Internet – a lista de filiados à Justiça Eleitoral entre os dias 9 e 16 de abril, conforme estabelece a Corregedoria Geral Eleitoral do TSE.
O controle das filiações partidárias é realizado através do programa filiaweb, da própria Justiça Eleitoral, e as senhas de acesso estão liberadas nos Cartórios Eleitorais locais. 
Para submeter a relação de filiados via internet, acesse: http://filiaweb.tse.jus.br/filiaweb/login/login.seam
Também é importante que a Direção Municipal tenha seu CNPJ emitido e regularizado junto à Receita Federal.
O CNPJ da Direção Municipal é essencial em qualquer procedimento partidário, principalmente no que se refere à regularização de candidaturas às eleições municipais.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Sapatos coloridos para as noivas  fazem o diferencial. Podem apostar.
Simplesmente achei bem interessante essa matéria e logo decidi compartilhar.Pra se pensar em diferencial e fazer acontecer deixando a alegria solta no ar.Tenham todos um Bom dia.       http://www.blogdamulher.com/
Os sapatos de noiva coloridos não são apenas uma tendência de moda e sim uma fuga de paradigmas. Combinam perfeitamente com noivas de estilo sexy, criativas, de personalidade forte e que gostam de chamar atenção. Se você enquadra se em uma dessas características pode deixar de lado o padrão clássico todo branco e optar por sapato colorido em seu casamento.
Sapato de noiva colorido: casamento e moda
As cores que estão sendo mais usadas nos calçados de noivas coloridos são vermelho, laranja, amarelo, azul, beringela e principalmente o rosa forte. Para quem quiser ser uma noiva colorida mas não pretende usar uma cor tão escura pode optar por tons de rosa bebê, azul bebê, nude, champagen, dourado e prateado. Muitas marcas de sapatos de festa estão investindo neste ramo. Uma grande vantagem é que você terá um casamento diferente e pode usar seu sapato em outras ocasiões como uma boa lembrança do seu dia de rainha! Uma dica de moda é que a cor do sapato deve combinar com o buquê e com o tom da sua maquiagem. Procure evitar vestidos com muitos detalhes.
Para quem se interessar, na internet há ótimas lojas virtuais que vendem coleções de calçados de noivas coloridos com bom atendimento ao cliente.
Casamento e noivas: sapatos doloridos se destacam
Casamento e sapatos vermelhos: paixão!
Sapatos de noiva rosa: contraste